terça-feira, 30 de novembro de 2010

Mídia Capitalismo e Consumo supérfluo

Mídia Capitalismo e consumo Supérfluo

A mídia tem estado a serviço do capitalismo incentivando desde cedo o consumo. As crianças são alvo de grandes empresas que usam imagens que agradam o público infantil para convencê-las a pedirem algo a seus pais. A propaganda veiculada na mídia tem feito pessoas, com menos censo crítico, chegarem ao endividamento.

A publicidade direcionada  a criança é algo que não encontra nelas resistência, pois os pequenos não conseguem ainda ter defesa diante de tais ataques. O instituto Alana, organização sem fins lucrativos, tem alertado a sociedade quanto ao consumismo infantil. Hoje não é difícil encontrar crianças que já tiveram, por exemplo, mais de dois celulares elas são induzidas a pensarem que os objetos as fazem aceitáveis ao grupo e o fato de não possuir o brinquedo ou a roupa da moda traz tristeza e revolta. A propaganda manipula o telespectador e faz com que ele até sem pensar compre mesmo que não precise daquilo que comprou.




O Tênis, a roupa, a bola, o celular tudo tem que ser de uma marca que os amiguinhos possam aprovar, mas nem sempre há dinheiro para tudo isso. O consumo tem uma linha de ação que promove a desatualização em pouco tempo é  preciso voltar a comprar. Pois tudo que foi adquirido já saiu de moda.

Os adultos tem o consumismo convidando para gastos e investimentos. Seguindo a mesma ilusão das crianças querem ter um carro melhor, uma  bela casa etc... mas nem sempre medindo o seu poder de compra. Talvez isto explique o grande número de lojas que vendem carros semi novos, o comprador não consegue pagar ,e então o seu veículo volta ao mercado.
A sociedade precisa urgentemente criar meios para reduzir o consumismo
e ajudar até com tratamento psicológico aos que não resistem aos apelos constantes da mídia pedindo que gastemos mais e mais.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Mídia Esporte e Entretenimento

Mídia Esporte e Entretenimento
O gosto do brasileiro pelos esportes é contemplado com grande parte  do que circula na mídia. O país do futebol,  que também assume a paixão pelo vôlei , basquete entre outros  , é pauta segura para nossos jornalistas. Mas qual o proveito de  tudo isto?  Todo este interesse e espaço midiático faz com que o povo deste país pratique mais esporte?  Acredito que não.  O que chamamos de esporte  se resume a vermos , sem participar, de eventos que reúnem pessoas com sucesso financeiro e fama.

E frente à arquibancada falsa, que é um sofá, desfilam campeonatos, copas, jogos inesquecíveis. Paixões e emoções de gente que dedica carinho e tempo  à pessoas que nem a conhecem. Distração que aos poucos preenche o tempo e até reclama exclusivismo. Vai começar o jogo, por favor, silêncio!
O entretenimento proposto pelas pautas esportivas frequentemente afasta pessoas. Umas se afastam  porque foram obrigadas  a ficarem quietas, reverentes, mesmo sem ter interesse por um jogo , por exemplo. Outro tipo de afastamento é o que faz o torcedor de uma agremiação ser rival de torcedores de outro clube. Comportamento tribal, selvagem tem sido demonstrado por muitos pretensos amantes do esporte. O ponto fraco deste tipo de diversão é que alguém precisa aceitar a derrota. Para ter um vencedor o outro deve admitir que perdeu.
A mídia hoje domina o esporte devido ao aspecto comercial. Este aspecto envolve os protagonistas do espetáculo e mexe até com quem assiste, mesmo que seja em casa. Tem jogos de futebol que começam tarde da noite, por causa do horário da novela! Mesmo que o estádio seja mal localizado, mesmo que o torcedor tenha vindo de longe terá que esperar  e o final do espetáculo será bem perto de meia noite.
 



O esporte em suas variadas formas propalava o amor à camisa, a dedicação heroica mas hoje tal discurso seria sem sentido. Tudo é comércio, inclusive o jogador mais festejado da equipe que a gente torce, amanhã pode estar vestindo a camisa do time rival e muito feliz. As grandes marcas de material esportivo, os empresários, os cartolas e uma quantidade de pessoas que compõe um verdadeiro circo de horrores fora das quatro linhas do gramado. A mesma técnica dinheirista tem estado presente no voleibol e basquete.


Uma saída para melhorar esse quadro é incentivar com patrocínios o esporte amador. Para que isto seja possível o governo poderia conceder reduções na carga tributária a grandes empresas que em contrapartida sustentariam os empreendimentos esportivos envolvendo o maior número de pessoas em atividades esportivas. E a mídia caberia o papel de exaltar o valor que o esporte pode transferir para saúde. Na sociedade capitalista, que visa o lucro de forma insaciável, certamente este é um sonho recheado com ilusão. 

domingo, 28 de novembro de 2010

Mídia e a Glamourização do Sexo

Mídia e a glamourização do Sexo
Um toque de malícia em cada fato, uma insinuação que pode estar numa  cena explícita ou simplesmente nas palavras. É assim que a mídia sutilmente trata o sexo como algo que pode fazer de alguém um destaque na sociedade. As novelas são um ambiente ideal para o crescimento desta ideia. Difusoras do sexo livre emprestam charme e elegância  aos que fazem do relacionamento íntimo uma  mera  brincadeira.

O século 21 traz em seu cenário pessoas que  querem aparecer.  Querem as luzes dos holofotes  bem focadas e são ciosas de uma manchete que no passado era tida como escandalosa.  Vergonha agora  é não praticar  intensamente o que num passado recente só era admitido dentro de um matrimônio . Quando alguém v a traidora e o traidor que se  envolvem numa paixão tórrida,  aparentemente não sofrerem nenhum dano por suas ações, copiam , ainda  que  sem querer,  suas  atitudes.  É como se tivesse nesta  ação o poder  de  aumentar  a beleza e  o encanto  de alguém.




Valorizar a futilidade, aguçando desejos para que se  chegue ao nível de  celebridade, vem colocando como pavimento da estrada que leva a fama, muita insinuação sexual.  Um dos exemplos , são o reality shows , que apesar do vazio e pobreza cultural que representam continuam sendo sucesso na TV  brasileira. Nestes programas o sexo é passado como algo que não envolveria tanto compromisso, e que pode ser uma expressão da personalidade do homem e da mulher. É usado como auto afirmação.

Mesmo aquele  cidadão mais  comum percebe que tem condições de praticar o sexo livre, mesmo sendo feio, gordo e sem um tostão no bolso. Naquele momento todos são iguais e o que separa são apenas os cenários e luzes. Uma projeção fácil de fazer é que em poucos anos teremos multidões tratando o sexo oposto como simples ferramenta do prazer, mesmo que no fundo percebam que jamais se tornaram celebridades e nunca souberam o que é amar.

Mídia e Ideologia Política

Mídia e Ideologia política

Corajosamente ainda há os que defendem a isenção da mídia, gente que afirma, e acredita, que por detrás do que é apresentado não exista a pregação de um conjunto de valores, que representam a visão de mundo do articulista ou do veículo ao qual ele pertence. Na verdade nas entrelinhas de muitos comentários e noticiários estão indícios claros da posição que o jornalista, ou o veículo ao qual ele pertence defende.
A abordagem tendenciosa sempre busca o ponto negativo dos oponentes. A postura crítica é adotada unicamente para levar  vantagem sobre os que enxergam a situação de outro modo. Quando uma emissora, por exemplo, tem sua linha editorial posicionada para criticar a prefeitura da cidade, fará uma série de matérias que apontam para falta de qualidade da administração municipal. E tudo isto com a vantagem de fazer pose de defensora da comunidade.


Um dos exemplos sempre lembrados quando se aborda este assunto é o da Rede Globo que nas eleições do Estado do Rio de  Janeiro  em 1982 ,  se  esforçava para evitar a vitória de Leonel Brizola  . A emissora mobilizou seus noticiários e reportagens para difundir que Brizola não tinha condições de  ser  eleito, e que ele estava com menos votos nas  pesquisas. A “maquiagem global” foi descoberta quando  se  fez um acompanhamento paralelo das pesquisas.

O problema da isenção, muitas vezes está ligado a sustentação financeira dos órgãos de imprensa. Quando recebem alguma ajuda do governo ficam impedidos de exercerem o teor de crítica que se espera do jornalismo. O pensamento Marxista , que é defendido por uma das teorias da comunicação – Teoria Crítica – ensina que a ideologia vem “ escondida”  mascarando a realidade, quando mostra apenas uma parte das propriedades de determinado fato. Por isto de maneira sutil, lemos ,ouvimos e vemos  as vezes, propagandas políticas em forma de notícia.

Quem trabalha com a informação logicamente tem sua opinião sobre os fatos, e tem até sua predileção partidária, estas preferências vividas por  quem dirige ou trabalha nos jornais também é um fato que reduz  a isenção. Para  resolver  esta situação, partidos e programas políticos deveriam ser  tratados como nas  campanhas eleitorais, tendo espaços previamente dimensionados para manifestarem suas informações a sociedade, por  outro lado a mídia tem que demonstrar transparência ao falar  de  obras , conquistas e também no momento em que critica as ações dos que representam o povo.

domingo, 21 de novembro de 2010

A Mídia e a Reificação da mulher

A Mídia e a Reificação da Mulher

As mulheres têm certamente um grande desafio pela frente: Fazer com que a mídia não as considere apenas objetos sedutores, objetos em minúsculas embalagens e desencadeadores de fantasias e loucuras. Elas viraram, com suas imagens encantadoras, ilustração para publicidade de quase tudo, pneus, carros, móveis, apartamentos, etc. Ganhar a vida mostrando o corpo, trabalho com uma pitadinha de prostituição, tem sido a realidade de muitas mulheres que brilham nas telas de televisão.

Embora a classificação indicativa, que regula a inadequação do que se veicula na mídia, seja contra produzir peças publicitárias, filmes, que colocam a beleza física como condição para que se tenha uma vida mais feliz e aceitação social, o que vemos é a exposição feminina, usando a sensualidade e beleza para o comércio. A iconicidade pretendida a partir de uma imagem feminina, no entanto, nem sempre alcança o alvo pois , principalmente aos homens fica retida a figura da mulher , linda, maravilhosa mas o produto anunciado fica no esquecimento. Um exemplo claro disto são os comerciais de cerveja ,  mesmo quem não bebe, aprecia ver  as lindas mulheres repetidamente e  “ sem moderação”.

O fato de a mídia ter incentivado esta situação, que qualifica as mulheres como objetos participantes de um processo de venda, dos mais variados produtos, fez que muitas delas buscassem por iniciativa própria e avidamente, a glória  de serem admiradas como celebridades , unicamente pela beleza física.



   







O falecido Deputado federal Clodovil Hernandes (foto), em que pese toda a polêmica em torno de seu estilo de vida, uma vez se envolveu em forte polêmica ao dizer:  "as mulheres ficaram muito ordinárias, ficaram vulgares, cheias de silicone" e que hoje em dia "trabalham deitadas e descansam em pé". (G1 10/05/2007) Hernandes defendia que a vulgarização da imagem feminina se devia a elas terem se  rendido à tentação financeira mostrando o corpo. Naquela ocasião sua colega de parlamento, Cida Diogo (foto) disse ter sido ofendida por ele, pois quando ela  questionou sobre a declaração sobre as mulheres o deputado respondeu “Digamos que uma moça bonita se ofendesse porque ela pode se prostituir. Não é o seu caso. A senhora é uma mulher feia”. A briga durou  vários dias através da imprensa , e o ponto central era unicamente a beleza.

A mídia passou a ideia de objeto, status de  mercadoria para as mulheres e vai continuar assim enquanto alguém não levantar a voz, mostrando que os valores oriundos do pensamento capitalista, que transformam  pessoas em bens, são meras aparências ocas e sem consistência satisfatória para uso na  administração social. É na mídia mesmo que pode surgir um contraponto para este absurdo, que faz das mulheres meras coisas ,que ao envelhecerem podem ser trocadas por outras.


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

IASP comemorou 61 anos

Foi uma linda programação.
O final de semana, começando por  sexta a noite 08/10/2010
de várias atrações.
Aqui , fotos da igreja do IASP , no sábado 09 de Outubro pela manhã.
Agradecendo a Deus pelos 61 anos  do IASP.



segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sábado dia 02 de Outubro em Cosmópolis - SP

Fui convidado pelo Vocal Louvor para pregar.
Conheci a Igreja central de Cosmópolis.
Foram momentos inesquecíveis.
Um culto em que sentimos realmente a presença de Deus.
Vocal Louvor

Vocal Louvor